Tratamento de melasma – saiba qual é o melhor

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O nosso rosto é como se fosse uma vitrine, haja vista que é a primeira coisa que as pessoas reparam. Por isso, manter um cuidado diário é uma atitude que todas as pessoas deveriam ter. E, dentro desse assunto, é possível que você queira saber qual é o melhor tratamento de melasma.

Infelizmente, a pele facial é a que está mais suscetível a alguns problemas, uma vez que está constantemente exposta às agressões externas, como a exposição solar excessiva, poluição ou mesmo alguns produtos inadequados.

Fora isso, muitos hábitos errados podem fazer com que se desenvolva ou agrave esse problema, como é o caso de uma alimentação fraca em alguns nutrientes que são essenciais para o nosso corpo. Sendo assim, cada vez mais pessoas têm procurado tratamento de melasma.

Mas será mesmo que essa é uma condição do qual é possível obter cura? É realmente possível eliminar por completo, ou ainda sobram alguns resquícios? Quais são os métodos mais eficazes para tratar esse tipo de problema? É algo seguro?

Perguntas como essas são muito comuns ao falar desse assunto. No entanto, se você de fato está procurando uma forma eficaz de combater esse problema, é essencial obter clareza a respeito de todas essas dúvidas, até mesmo porque é uma forma de você se sentir mais seguro.

Por isso, no artigo de hoje, iremos falar sobre todas as principais questões que envolvem esse assunto. Para obter a resposta para todas as suas questões, é só permanecer nos próximos parágrafos. Então, sem mais delongas, vamos ao que importa!

O que é o melasma?

Antes de falarmos sobre o melhor tratamento para melasmas, você deve entender o que de fato ele é e porquê ele aparece na pele do rosto. Em suma, esse problema se caracteriza por algumas manchas mais escuras na pele, a qual pode variar quanto a intensidade e formato.

É muito mais comum que esse problema aconteça no rosto, já que é a região onde tem pele que está mais suscetível a algumas agressões externas, responsáveis pelo surgimento desse tipo de condição. Além disso, trata-se de um problema mais comum em mulheres.

Mas por que isso acontece? Há vários fatores, e iremos falar sobre isso um pouco mais para frente, mas, no geral, essa condição ocorre devido a uma hiperpigmentação, que nada mais é que uma deposição aumentada de melanina.

Um ponto bem interessante que se deve destacar é que, por mais que o melasma seja mais comum no rosto, essa condição pode afetar outras áreas do corpo, como o braço, pescoço ou colo, por exemplo. Fora isso, as manchas possuem formatos irregulares.

Outra coisa que é válido destacar é que o melasma não afeta grandemente o organismo. Na verdade, trata-se mais de uma condição estética e, por conta disso, a autoestima de algumas pessoas podem ficar um pouco abaladas.

O grande problema acerca dessa condição é que, devido a essas manchas, a pele pode ficar um pouco mais sensível e frágil. E por essa razão é importante procurar por um tratamento de melasma, haja vista que esse tipo de pele se torna mais suscetível a problemas de pele.

Tipos de Melasma

Outra coisa que é interessante que você saiba a respeito do assunto diz respeito aos tipos de melasmas. Muitas pessoas acreditam que é tudo igual, mas isso não é verdade. Inclusive, esse é um fator decisivo na hora de procurar o tratamento de melasma adequado.

Afinal de contas, se o tipo que você tem é X, de nada vai adiantar buscar um tratamento que não seja eficaz para o tipo específico que você tem. E esse é um dos motivos de o uso deliberado de cosméticos não ser a melhor opção.

Alguns deles realmente podem ajudar a melhorar o problema, mas é importante saber qual é o seu tipo de melasma para só então procurar por um cosmético que seja capaz de resolver o seu caso. Por isso, ir ao dermatologista é algo que todo mundo que tem esse problema deve fazer.

Através de uma consulta, o médico consegue identificar qual é o seu tipo de melasma para, então, indicar o tratamento que será mais eficaz.

Hoje, entende-se que há 3 tipos de melasma, e iremos falar sobre eles a seguir.

Epidérmico

Como todo mundo já sabe, a derme é a primeira camada da nossa pele. Por conta disso, ela é a que mais sofre as constantes agressões externas, seja do ambiente, seja devido algum produto químico ou coisas do gênero.

Então, no caso do melasma epidérmico, nada mais é quando a região afetada é a mais superficial. Nesse caso, ocorre o aumento de depósito de pigmento através da epiderme, isto é, a concentração das manchas são mais superficiais.

Então, como é a camada mais superficial, esse também é o tipo em que a resposta ao tratamento costuma ser mais rápida. E, na grande maioria das vezes, os bordos são muito mais definidos e a cor das manchas fica entre um castanho-escuro.

Dérmico

A derme, por sua vez, é uma camada um pouco mais profunda que a anterior. Então, devido a esse fato, também é um tipo de melasma que costuma ser um pouco mais grave, haja vista que a resposta ao tratamento pode demorar um pouco mais.

Nesse caso, o melasma dérmico consiste no acúmulo de melanina, mas que fica ao redor dos vasos superficiais e profundos da pele. Por conta disso, os bordos são mal definidos, além de que a cor fica entre o castanho-claro ou azul-acinzentado

Como esse tipo de melasma acaba atacando uma região um pouco mais profunda da pele, o tratamento costuma durar um pouco mais também. Fora isso, a pele se torna mais sensível, haja vista que a condição é um pouco mais complexa.

Misto

Nesse caso, é quando o melasma atinge mais de uma camada da pele, isto é, tanto a epiderme quanto a derme são afetadas por esse distúrbio de pigmentação. Ademais, a questão tende a ser ainda mais complexa, e apenas o médico habilitado é capaz de informar qual o melhor tratamento.

Fora isso, a lâmpada de Wood, junto com a dermatoscopia, é capaz de ajudar a definir qual é o tipo de melasma que o paciente tem, para então informar qual é o tratamento mais adequado.

Como identificar o melasma?

Se você quer saber como tratar melasmas, uma das suas questões pode ser em relação a como identificar esse tipo de problema. E, na verdade, não é muito difícil, uma vez que se trata de uma condição bastante visível. Assim, o próprio paciente é capaz de identificar.

Quanto a essa questão, é válido destacar que não há nenhum sintoma pré-existente. Ou seja, o indivíduo não sente qualquer tipo de dor ou desconforto antes de começar a aparecer as manchas, por exemplo. O melasma não dá indícios de que vai aparecer.

Na verdade, devido algumas questões e fatores de risco, o problema simplesmente aparece. No entanto, trata-se de um problema progressivo. Dessa forma, de início, as manchas podem ser um pouco mais brandas, pequenas e não tão aparentes.

Mas, à medida que o tempo passa, a tendência é que as manchas se tornem maiores e irregulares. Por isso, o ideal é sempre ficar de olho na pele do rosto, colo, pescoço etc. E, sempre que notar que está aparecendo alguma mancha, vá direto ao dermatologista.

Ao observar que está aparecendo manchas, não é muito indicado que você compre algum cosmético para tratar o melasma. Afinal de contas, há diversas outras condições que podem fazer com que apareça alguma mancha.

Então, para evitar com que o problema se agrave, a melhor coisa a se fazer é ir ao médico para que ele possa lhe consultar. Apenas depois do diagnóstico é que, seguindo as recomendações médicas, você irá obter um tratamento de melasma que seja mais adequado.

Melasma tem cura?

É possível que você queira saber qual melhor tratamento para melasma. Mas, antes disso, uma dúvida bem comum é se essa condição de fato tem cura. Falar sobre esse assunto é um pouquinho complicado, mas, no geral, trata-se de um problema crônico.

Então, em termos gerais, quer dizer que ele não tem cura. Mas calma! Isso não quer dizer que você vai ter que conviver com as manchas no rosto para sempre, muito pelo contrário. Ainda que não haja cura, há sim formas de amenizar e diminuir o problema.

Hoje em dia, há métodos bem eficazes que são capazes de melhorar e muito o aspecto das manchas. Mas, mesmo após o procedimento, deve-se fazer constantes manutenções e ter certos cuidados, a fim de evitar a recidiva.

Por conta disso, assim que você passar pelo tratamento de melasma, o ideal é que você se atente aos cuidados posteriores, a fim de evitar com que as manchas apareçam de novo no seu rosto ou em demais regiões.

O que causa melasma?

A causa do melasma ainda não é inteiramente conhecida. O que se sabe é que as células responsáveis pela produção do pigmento da pele, os melanócitos, acabam fazendo isso de maneira excessiva, o que gera a hiperpigmentação.

No entanto, de acordo com estudos mais recentes, algumas das causas do melasma incluem:

  • Exposição solar;
  • Cor da pele (fototipo);
  • Medicamentos ou cosméticos;
  • Alteração hormonal;
  • Falta de zinco;
  • Fator genético.

A alta exposição solar tem direta ligação com o desenvolvimento ou agravo de melasmas. E é por essa razão que, quem já sofre desse problema, tende a sentir agravo durante os períodos mais quentes do ano.

Inclusive, é por esse motivo que um dos cuidados que se deve ter, a fim de evitar o problema, é usar todos os dias um protetor solar adequado ao seu tipo de pele. Ademais, familiares diretos de pessoas com melasmas tem maior tendência a desenvolver a doença.

Pessoas que possuem um tom de pele intermédio, como o caso do fototipo III ou IV, têm mais tendência a ter melasmas. Em contrapartida, indivíduos de pele com fototipo I, II, V e VI têm menor predisposição a ter essa doença.

Melasma na gravidez

Uma outra causa do melasma é quando a mulher está grávida ou em período fértil. Como dito no tópico anterior, uma das causas dessa condição é a alteração hormonal. E, quando se está grávida ou no período fértil, essas questões são bem voláteis.

Por isso, o melasma se torna ainda mais comum em mulheres que estão em idade fértil. Assim, podem aparecer durante a gravidez. Nesse caso, na grande maioria das vezes, as manchas podem subir após o parto, de maneira espontânea, mas não é regra.

Por isso, se você está grávida, a melhor coisa a se fazer é conversar com um dermatologista para que ele possa indicar um tratamento melasma na gestação que seja mais adequado . Fora isso, durante a menopausa, o mesmo problema pode acontecer.

E ainda falando sobre questões hormonais, a toma de contraceptivos orais, como o anticoncepcional, também é capaz de surtir esse mesmo problema, bem como a utilização de alguns dispositivos intra-uterinos.

Como tratar o melasma?

Antes de tudo, devemos esclarecer que não existe tratamento definitivo para melasma. Como dito, é um problema crônico e que pode recidivar. Então, ainda que você saia da sessão com manchas mais brandas, isso não quer dizer que você está curado.

O melasma tem tratamento, mas para garantir os resultados, além de fazer algumas manutenções, é interessante manter alguns hábitos saudáveis também. Dito isso, nos tópicos seguintes, iremos falar sobre alguns possíveis tratamentos de melasmas.

Peeling químico

O tratamento de melasma com peeling é um dos mais comuns e requisitados. Nesse caso, deve-se fazer o procedimento através de uma descamação controlada, a qual se baseia em alguns ácidos, os quais são mais fortes que aqueles presentes em alguns cremes.

Por essa razão, o tratamento de melasma com ácido costuma ser muito mais rápido. Contudo, a quantidade de ácido pode variar de acordo com o tipo de melasma que você tem, se é o epidérmico ou o dérmico, que é mais intenso.

Peeling de diamante

Também conhecido como microdermoabrasão, trata-se de um tratamento para melasma no rosto e demais regiões do corpo bem eficazes. Nesse caso, é preciso retirar as células mortas da camada mais superficial, através de uma esfoliação profunda.

O melhor desse tratamento é que, além de remover o melasma, o peeling de diamante estimula a produção de colágeno e elastina, dois compostos essenciais para manter a pele saudável e clarear manchas.

Peeling ultrassônico

Esse tipo de tratamento de melasma visa promover a limpeza das células mortas. Por conta disso, é um procedimento mais simples, mas que tem chamado bastante a atenção, uma vez que causa menos efeitos colaterais.

As vibrações do peeling ultrassônico, além de eliminar as células mortas, também é capaz de estimular a elastina e o colágeno por intermédio da limpeza profunda.

Microagulhamento

O tratamento de melasma com microagulhamento consiste na perfuração da pele, através de microagulhas feitas de aço cirúrgico. E, com essas perfurações, acaba por promover a vasodilatação do local.

Por consequência, estimula a produção de colágeno, o que faz com que as manchas diminuam de tamanho, além do fato de contribuir na diminuição da flacidez e rugas do rosto.

Laser

O tratamento de melasma com laser vai depender da profundidade do melasma e, nesse caso, as sessões costumam ser semanais. Esse é um tratamento eficaz porque promove a liberação de ondas de calor sobre a pele.

Dessa forma, acaba por destruir o pigmento da melanina. Por conta disso, esse tipo de procedimento é muito mais comum para o tratamento de melasma profundo.

 

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